
Bom, esse post não é sobre minhas viagens de avião, as quais fiz, todas, com imenso prazer.
Esse post é sobre minha experiência, do final de semana próximo pretérito (cara! eu sempre quis saber o que é que quer dizer isso!!!!) o qual passei, a trabalho, diga-se de passagem na capital do estado da Paraíba, João Pessoa ou JP, para os preguiçosos (como eu), ou Jampa, para os metidos a descolados, ou ainda Jhonny People, para os que se acham muito engraçadinhos.
Basta uma volta na cidade para constatar o que todo mundo já sabe: JP é Recife há 20 anos (sem o atrás, pois há 20 anos atrás é puro pleonasmo); e, para comprovar minha teoria, elenquei alguns tópicos:
a) os prédios são intercalados por dezenas de terrenos baldios! É, caro amigo, ainda existem terrenos baldios por lá;
b) existe uma Mister Pizza que ainda faz sucesso;
c) uma sorveteria Beijo Frio;
d) uma Pé Louko.
A meu ver, só falta um cirurgião dentista que opere utilizando-se da hipnose como meio anestésico para concluir que devemos ter entrado numa máquina do tempo.
Ok, ok... a violência também é a de Recife há tempos atrás... que duro preço a se pagar pelo progresso.
Agora se tem uma coisa em que JP está a anos luz de Recife é no ramo de sex shop e lingerie, é uma ou outra, sempre a cada esquina.
Noite de sexta-feira, vamos ao Mangai, único restaurante estrelado pelo Guia 4 rodas na cidade. Esperava mais, é comida regional do jeito que você espera que ela seja. Nada de mais, aliás, tem uma coisa sim: o preço! Duas pessoas que NÃO fugiram do vigilante do peso, num self-service de ceia, gastarem R$50,00 é realmente demais!!!
Destaque-se que estava acontecendo no local uma quadrilha da Organização das Mulheres dos Magistrados...
12 de junho, sábado, dia dos namorados. Saímos cedo para jantar no Bargaço (uma opção segura no meio do caos), restaurante ainda vazio, tudo corre tranquilamente. Com o passar das horas o lugar vai lotando... instala-se a loucura! Ainda bem que terminamos antes que o cantor começasse a tocar... vai que ele me sai com "Amarelo deserto e seus tremoooooores" ou qualquer outra música de barzinho, aliás, por falar em música, em JP, em todas as rádios, durante o ano todo, toca-se apenas um ritmo: FORRÓ.
Agora, imagine se em Recife só tocasse frevo durante todo o ano civil???
Quando do retorno ao hotel, deparamo-nos com um engarrafamento descomunal! O que nos fez concluir pelo seguinte: JP é um ovo. Hoje é dia dos namorados. Todo mundo foi jantar fora. Tem carro demais na rua. FUDEU!!
Depois eu soube que JP é assim TODO sábado à noite.
E não é que ainda teremos que ir para lá em mais 2 finais de semana???
Quer saber, sem ofensas, mas "dei por visto".
Basta uma volta na cidade para constatar o que todo mundo já sabe: JP é Recife há 20 anos (sem o atrás, pois há 20 anos atrás é puro pleonasmo); e, para comprovar minha teoria, elenquei alguns tópicos:
a) os prédios são intercalados por dezenas de terrenos baldios! É, caro amigo, ainda existem terrenos baldios por lá;
b) existe uma Mister Pizza que ainda faz sucesso;
c) uma sorveteria Beijo Frio;
d) uma Pé Louko.
A meu ver, só falta um cirurgião dentista que opere utilizando-se da hipnose como meio anestésico para concluir que devemos ter entrado numa máquina do tempo.
Ok, ok... a violência também é a de Recife há tempos atrás... que duro preço a se pagar pelo progresso.
Agora se tem uma coisa em que JP está a anos luz de Recife é no ramo de sex shop e lingerie, é uma ou outra, sempre a cada esquina.
Noite de sexta-feira, vamos ao Mangai, único restaurante estrelado pelo Guia 4 rodas na cidade. Esperava mais, é comida regional do jeito que você espera que ela seja. Nada de mais, aliás, tem uma coisa sim: o preço! Duas pessoas que NÃO fugiram do vigilante do peso, num self-service de ceia, gastarem R$50,00 é realmente demais!!!
Destaque-se que estava acontecendo no local uma quadrilha da Organização das Mulheres dos Magistrados...
12 de junho, sábado, dia dos namorados. Saímos cedo para jantar no Bargaço (uma opção segura no meio do caos), restaurante ainda vazio, tudo corre tranquilamente. Com o passar das horas o lugar vai lotando... instala-se a loucura! Ainda bem que terminamos antes que o cantor começasse a tocar... vai que ele me sai com "Amarelo deserto e seus tremoooooores" ou qualquer outra música de barzinho, aliás, por falar em música, em JP, em todas as rádios, durante o ano todo, toca-se apenas um ritmo: FORRÓ.
Agora, imagine se em Recife só tocasse frevo durante todo o ano civil???
Quando do retorno ao hotel, deparamo-nos com um engarrafamento descomunal! O que nos fez concluir pelo seguinte: JP é um ovo. Hoje é dia dos namorados. Todo mundo foi jantar fora. Tem carro demais na rua. FUDEU!!
Depois eu soube que JP é assim TODO sábado à noite.
E não é que ainda teremos que ir para lá em mais 2 finais de semana???
Quer saber, sem ofensas, mas "dei por visto".
HAhahahaaha
ResponderExcluir"Dei por visto" foi a cereja do bolo! :P
Mas... em qq lugar, no dia dos enamorados, os restaurantes e motéis estao LOTADOS!
Em tempo: que ser "Pé Louko"?
Pé Louko era uma loja de sapatos que tinha a milênios no shopping recife... na mesma época em que tinha uma Charlô, Mesbla, Chocolate Caseiro Gramado, Casas Pernambucanas, Sloper, Fast Point e etc etc etc... ou seja muito antes de Recife saber o que era Mc donalds ou pizza hut! :-P
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